Depois que li o seu texto fiquei lembrando da minha trajetória e o que você escreveu faz todo sentido.
Me divorciei e minha filha tinha 4 anos e me considero uma mãe solo também. Sempre tive em minha mente que a minha filha era a minha responsabilidade ou seja eu era a única responsável pela vida dela. Responsável em fazer dela um ser humano. E devido a minha falta de opção eu nunca pensei muito, eu só ia que nem
Um trator. Hoje vejo que tudo valeu a pena quando olho para ela e vejo o lindo ser humano que ela se tornou. Perfeita, não fui, falhei muito em muitas coisas mas hoje tenho um vínculo afetivo muito forte com ela e ela já está com 30 anos.
Para mim o principal foi entender a minha responsabilidade com aquele peque ser. Sou grata por tudo e muito grata pela vida dela. ♥️
Eu acho que é uma linda forma de amadurecer enquanto estudantes do planeta Terra. O que as vezes parece um desafio, uma punição - a falta de opção, não a maternidade - pode ser um grande empurrão para a gente seguir a vida e não se driblar diante das dificuldades!
Depois que li o seu texto fiquei lembrando da minha trajetória e o que você escreveu faz todo sentido.
Me divorciei e minha filha tinha 4 anos e me considero uma mãe solo também. Sempre tive em minha mente que a minha filha era a minha responsabilidade ou seja eu era a única responsável pela vida dela. Responsável em fazer dela um ser humano. E devido a minha falta de opção eu nunca pensei muito, eu só ia que nem
Um trator. Hoje vejo que tudo valeu a pena quando olho para ela e vejo o lindo ser humano que ela se tornou. Perfeita, não fui, falhei muito em muitas coisas mas hoje tenho um vínculo afetivo muito forte com ela e ela já está com 30 anos.
Para mim o principal foi entender a minha responsabilidade com aquele peque ser. Sou grata por tudo e muito grata pela vida dela. ♥️
Honro sua história Karla 🧡
Quanto mais vou te conhecendo mais te admiro 🤍
Eu te vejo, Milla.🏹👵🏻🧘🏻♀️
Eu acho que é uma linda forma de amadurecer enquanto estudantes do planeta Terra. O que as vezes parece um desafio, uma punição - a falta de opção, não a maternidade - pode ser um grande empurrão para a gente seguir a vida e não se driblar diante das dificuldades!